Todos os post de Mariana Baierle

Oficina de teatro para pessoas surdas tem inscrições abertas

O grupo Signatores está com inscrições abertas para oficina gratuita de teatro para pessoas surdas. As aulas ocorrem na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre (Rua dos andradas, 736, Centro Histórico), Serão todas as terças e quintas a noite. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 17 pelo email contato@signatores.com.br.

As inscrições estão abertas a adolescentes e adultos surdos, a partir dos 15 anos.

Adriana de Moura Sommacal, professora e coordenadora do grupo há três anos, ministra todas as aulas em Libras, a língua brasileira dos sinais – primeira língua dos surdos. Ela é mestre em Artes Cênicas pela UFRGS e pesquisa o uso de Libras na narrativa cênica.

As oficinas tem o objetivo de desenvolver a convivência em grupo, a expressão e articulação social dos participantes. Segundo adriana, alguns dos alunos inclusive manifestam interesse em desenvolverem-se como professores de teatro.

Uma questão importante é que todas as apresentações dos Signatores são são acessíveis tanto para pessoas surdas quanto para ouvintes. Ou seja, o pai surdo pode levar seu filho ouvinte no mesmo espetáculo.

No próximo dia 26 de março o grupo já tem uma apresentação marcada na Casa de Cultura Mario Quintana, onde será exibida a peça “Memória na ponta dos dedos”.

“As pessoas pensam que eu não posso exercer o jornalismo plenamente por ter baixa visão”, diz apresentadora da TVE

Por: Nathália Carvalho

O dia acaba. Já é quase noite e, neste momento, encerra o expediente da maioria dos brasileiros. Na contramão, este era o horário em que a jornalista Mariana Baierle se preparava, em 2007, para enfrentar o caminho até a redação do Correio do Povo, em Porto Alegre. Com pouca luz e muitos obstáculos, o trajeto tratava-se de um desafio. “Tenho cerca de 10% de visão. Para ir até o trabalho já estava anoitecendo – ou era noite fechada no inverno. Tive muitas dificuldades, pois não estava preparada para andar pelas ruas de noite com segurança”.

Era o primeiro emprego de Mariana – em redação e noturno. À época, ela ainda não usava bengala e tinha objeção para assumir a deficiência. Foram alguns tombos e machucados, até que ela percebeu que as coisas precisavam mudar. E mudaram. A jornalista, que hoje comanda e apresenta um quadro sobre acessibilidade na TVE, reaprendeu a andar e a lidar com o preconceito das pessoas e do mercado de trabalho. “Fico muito chateada quando me deparo com pessoas que pensam que não posso exercer o jornalismo plenamente por ter baixa visão”, diz.

Não foi nada fácil. Mariana conta que, no começo, a maior resistência era dela, pois tinha vergonha de tirar a bengala da bolsa. “Não queria que as pessoas me vissem usando aquele instrumento e viessem me perguntar sobre isso. Para completar, escutava muitos comentários preconceituosos e desagradáveis feitos nas ruas e nos ônibus por pessoas desconhecidas, como por exemplo: ‘É ceguinha, mas é tão bonita!’, ‘Você é tão nova e já é deficiente?’, ‘Que lindos olhos, nem parece que não funcionam’, entre uma infinidade de coisas”, conta.

Formada pela PUC-RS e mestre em Letras pela UFRGS, Mariana não encontrou preconceito somente na rua. Conseguir uma vaga na área representava, para o mercado, apenas cumprir cotas, independentemente da capacidade e formação. “Mesmo formada, com graduação, mestrado e experiência, as empresas me ofereciam vagas de auxiliar de escritório, telefonista ou operadora de telemarketing – cargos que exigiam apenas o nível médio (ou nem isso)”. Segundo ela, ainda há pessoas que acreditam que ela não pode trabalhar na área como os outros profissionais. “Posso não enxergar os detalhes de algumas coisas (da forma como outras pessoas veem), em compensação, tenho maior sensibilidade para sentir o ambiente, avaliar situações e compreender o que está acontecendo”.

Na época do vestibular, a apresentadora fazia parte do pequeno grupo que já sabia o que queria estudar: Jornalismo e Letras. Foi exatamente nessa ordem que ela realizou os dois sonhos. “Entrei em Comunicação pensando em seguir na área de texto, seja em jornal impresso, online, revista ou produção de conteúdos diversos”. Em Porto Alegre, Mariana fez estágio em jornais de bairro, ocasião em que aprendeu a fazer reportagens, entrevistas e resgates históricos sobre a cidade. A jornalista também passou pela Comunicação e Marketing da Copesul, o que trouxe experiência empresarial. A oportunidade na TVE, onde está atualmente, significa conquista após tanto tempo recebendo propostas para funções fora do Jornalismo. “Surgiu um concurso emergencial para a emissora, o qual eu fiz e posso dizer, com orgulho, que fui aprovada na classificação geral, independentemente das cotas”.

Desde setembro passado, Mariana é repórter da emissora e apresenta o quadro dento do programa ‘Cidadania’, comandado por Lena Ruduit. “Acho que se as pessoas com deficiência tivessem as condições adequadas para se desenvolver, desde a educação básica até o mercado de trabalho, o fato de ocuparem diversos espaços e tipos de emprego não seria tão espetacular – seria visto com maior naturalidade. Quero que um dia eu e as pessoas com deficiência sejam reconhecidas primeiro pelo talento e capacidade, e depois pela deficiência. Esse ainda é um sonho distante”.

Para a jornalista, a presença de pessoa com deficiência no mercado de trabalho e no ambiente corporativo ensina os demais a lidar com a diferença. “Minha experiência no mercado mostra que, no início, as pessoas têm muita resistência e desconhecimento quanto ao potencial das pessoas com deficiência. Depois de um tempo, felizmente essa ‘barreira’ e o distanciamento podem ser quebrados”, diz. No Jornalismo, falar sobre o trabalho da fotógrafa americana Amy Hildenbrand foi a reportagem mais marcante de Mariana. Ela conta que a artista também tem baixa visão, aproximadamente 20%, e tirou mil fotos em mil dias, registrando momentos cotidianos e sua forma de perceber o mundo. A matéria foi exibida no ano passado nos programas ‘Estação Cultura’ e ‘Cidadania’.

Fonte:
http://portal.comunique-se.com.br/index.php/editorias/3-imprensa-a-comunicacao-/71192-as-pessoas-pensam-que-eu-nao-posso-exercer-o-jornalismo-plenamente-por-ter-baixa-visao-diz-apresentadora-da-tve.html

Um sonho realizado: A AUDIODESCRIÇÃO VAI AO SHOPPING

Cerca de dois anos atrás, quando comecei a me aventurar pelo universo da audiodescrição, pensar em uma sessão acessível no cinema de um shopping em Porto Alegre ainda era um sonho muito distante e inatingível. Hoje não é mais. Esse sonho torna-se realidade mais rápido do que eu imaginava. Na manhã de 2 de março de 2013 o filme Colegas, vencedor do Festival de Cinema de Gramado de 2012, lotou uma sala de exibição do Espaço Itaú no Shopping Bourbon Country.

Cerca de 200 pessoas prestigiaram a sessão, que teve audiodescrição ao vivo realizada pela Tagarellas Audiodescrição, a qual eu tenho a felicidade de fazer parte. A equipe – formada por Marcia Caspary, Mimi Aragon, Kemi Oshiro, Felipe Mianes e eu, com supervisão de Livia Motta, além do apoio de Patrícia Amaral e Ariane Bernardes – está envolvida com a elaboração do roteiro de audiodescrição desde o início do ano passado. Muito trabalho e dedicação. Mas mais do que isso: o sonho de ampliar a acessibilidade em todos os lugares, em cada canto deste país e do mundo.

Foi maravilhoso estar presente em Gramado na sessão acessível que rendeu a Colegas o Kikito de Melhor Filme. E agora, quando a obra é lançada nacionalmente no circuito comercial, a audiodescrição mais uma vez se faz presente e fundamental, permitindo que espectadores cegos, com baixa visão, com Síndrome de Down e e outras deficiências possam compartilhar da envolvente história de Aninha, Stalone e Marcio – três jovens com Síndrome de Down, que fojem do instituto onde viveam e vão em busca de seus sonhos.

Meus olhos se encheram de lágriamas quando Marcia Caspary, da cabine de audiodescrição, começou a descrever o ambiente e a chegada do diretor Marcelo Galvão, dos atores Ariel e Rita Pokk e do produtor-executivo Marçal Souza na sala de projeções. Um sentimento inexplicável tomou conta de mim. Uma emoção incrível. A sessão lotada. O maior público de pessoas com deficiência visual em um evento com audiodescrição até hoje em Porto Alegre.

A sessão foi uma prova de que os espaços culturais e comerciais começam a reconhecer a importância do público com deficiência enquanto consumidor. No Brasil são 45 milhões de pessoas com deficiência. Só no Rio Grande do Sul, são mais de 2,5 milhões de pessoas. Isso significa cerca de 24% da população brasileira. Uma grande fatia da população, até então ignorada e desconsiderada em eventos e atividades culturais.

A sessão de hoje me entusiasma e me estimula, pois VEJO – através da AD e fora dela – que a acessibilidade não está mais renegada a espaços alternativos, reclusos, distantes e específicos para pessoas com deficiência. A AD passa a estar inserida em ambiente central, em um espaço de difusão do comércio, do lazer e do entretenimento, que é o espaço de um shopping.

Não que os demais espaços não sejam importantes, mas o fato de estarmos em um shopping como o Bourbon é repleto de significado e representatividade. Retiramos as pessoas com deficiência de espaços marginalizados da sociedade e fazemos com que elas sejam percebidas por todos.

O público foi ao cinema, depois saiu e se espalhou por todas as dependências do shopping. As pessoas foram ao restaurante, à cafeteria, à livraria, ao supermercado, às lojas de sapatos, de roupas, de utensílios. As lojas e funcionários do entorno passaram a se questionar como atender e auxiliar aquela multidão de pessoas com deficiência que invadiu o shopping. Preocupação justa e salutar. Falta experiência aos atendentes e prestadores de serviços, mas isso se adquire com a prática e com o convívio. Estamos vencendo a principal das barreiras, que é a do distanciamento.

Tenho orgulho de fazer parte dessa história. Tenho orgulho de estar presente nesse processo de mudanças, que ainda tem um longo caminho pela frente, mas já apresenta importantes conquistas. Obrigada a todos que nos apoiaram e que vão continuar apoiando. Espero em breve voltar ao Espaço Itaú no Bourbon Shopping – e em outros espaços que nos proporcionarem essa experiência – para assistir a mais filmes com AUDIODESCRIÇÃO.

Um grande abraço a todos, com carinho e felicidade, Mariana Baierle

INÉDITO: Filme Colegas tem estreia com audiodescrição em Porto Alegre/RS

INÉDITO: Filme Colegas tem estreia com audiodescrição em Porto Alegre/RS
Pessoas cegas ou com baixa visão assistirão ao longa-metragem no dia 2 de março, no Espaço Itaú do Bourbon Country, com entrada franca e presença do elenco e equipe

O multipremiado longa-metragem Colegas, que estreia dia 1º de março, terá sessão acessível a pessoas com deficiência visual em Porto Alegre/RS, no dia 2, sábado, com entrada franca e presença de parte do elenco. A exibição está marcada para as 9h30, na Sala 2 do Espaço Itaú, no Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 – atrás do Shopping Iguatemi), com distribuição gratuita de combos com pipoca e refrigerante. A produção é da Tagarellas Audiodescrição, com patrocínio da Óptica LH e apoio do Bourbon Shopping, Espaço Itaú, Europa Filmes, Radioativa Produtora, Som da Luz e Gatacine. Os ingressos são limitados e a reserva deve ser feita antecipadamente pelo e-mail tagarellasproducoes@gmail.com ou pelos fones (51) 3384 1851 e (51) 8451 2115. A preferência é para pessoas com deficiência visual e acompanhantes. Demais interessados terão seu ingresso condicionado à lotação da sala.

Porto Alegre é a única capital que ganhará uma sessão acessível de Colegas no final de semana da estreia do filme. E, pela primeira vez no Rio Grande do Sul, um longa-metragem estreante será exibido em uma sala comercial com audiodescrição. O recurso permite o acesso às informações visuais a pessoas cegas e com baixa visão, além de beneficiar idosos e pessoas com Síndrome de Down, deficiência intelectual, problemas neurológicos e dificuldade de memorização. Os fones de ouvido serão distribuídos a partir das 9h30 e a audiodescrição inicia-se às 9h45, para detalhar antecipadamente as características da sala de exibição, personagens e cenários. Depois do filme, que dura aproximadamente 90 minutos, o diretor e roteirista Marcelo Galvão, o produtor Marçal Souza e os atores Ariel Goldenberg e Rita Pokk conversarão com o público até as 12h.

Colegas, produzido pela paulistana Gatacine, conta de modo poético e divertido a história de três personagens com Síndrome de Down. Inspirados pelo filme Thelma & Louise, eles fogem do instituto onde vivem, em busca de seus sonhos: Stallone deseja ver o mar, Aninha quer casar e Márcio precisa voar. Ariel Goldenberg, Rita Pokk, Breno Viola e boa parte do elenco de apoio têm Síndrome de Down. Colegas foi premiado nos festivais de Gramado, Paulínia e Trieste, na Itália, e também na Mostra Internacional de São Paulo e no Greaking Down Barriers Moscow, na Rússia. Integrou, como hors-concours, a Mostra do Rio e foi escolhido como filme de abertura do Amazonas Film Festival e do Annual Red Rock Film Festival Utah.

#VemSeanPenn
Lançada no início de fevereiro, a campanha #VemSeanPenn faz o maior sucesso nas redes sociais, graças às milhares de pessoas que aderiram à causa de ajudar Ariel Goldenberg a realizar um sonho: conhecer seu ídolo, o ator Sean Penn, na estreia do filme Colegas, em 1º de março, no dia anterior à sessão acessível em Porto Alegre/RS. Aconteça o que acontecer, o vídeo já soma mais de 1,3 milhão de visualizações, entrou para os trending topics do Twitter no Brasil e é fenômeno de compartilhamentos no Facebook.

FICHA TÉCNICA DA ESTREIA DE COLEGAS COM AUDIODESCRIÇÃO EM PORTO ALEGRE/RS
Produção: Tagarellas Audiodescrição.
Roteiro: Kemi Oshiro, Marcia Caspary e Mimi Aragón.
Consultoria: Felipe Mianes e Mariana Baierle.
Narração: Marcia Caspary.
Supervisão: Lívia Motta.
Equipamento: A2 Sistemas Audiovisuais.
Montagem do trailler com audiodescrição: Bernardo Garcez.
Patrocínio: Óptica LH | (51) 3221 8605 e (51) 9814 0854 | luisbasso@terra.com.br (mais informações: http://www.portoalegrequemdiria.com.br/2012/09/19/consultoria-de-oculos-com-hora-marcada/ e http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2013/02/o-que-ha-por-tras-da-paixao-em-usar-oculos-de-grau-4031057.html)
Apoio: Bourbon Shopping, Espaço Itaú, Europa Filmes, Radioativa Produtora, Som da Luz e Gatacine.

SERVIÇO
. Estreia do filme Colegas com audiodescrição ao vivo em Porto Alegre/RS.
. 2 de março (sábado), a partir das 9h30, com ingresso e combo (pipoca e refrigerante) grátis.
. Sala 2 do Espaço Itaú, no Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 – atrás do Shopping Iguatemi).
. Ingressos limitados. É indispensável a reserva antecipada pelo e-mail tagarellasproducoes@gmail.com ou pelos fones (51) 3384 1851 e (51) 8451.2115.
. Trailler com audiodescrição: http://youtu.be/M3c1joyTWgc
. #vemseanpenn (sem audiodescrição): http://youtu.be/bHNTPdy0CIM

CONTATO
Tagarellas Audiodescrição
tagarellasproducoes@gmail.com
(51) 8451.2115 e (51) 8118 9814
http://tagasblog.wordpress.com/

(início da descrição do poster)
O poster do filme é vertical e foi criado sobre uma fotografia colorida. O texto, em letras brancas, está centralizado na metade superior da imagem, toda preenchida pelo céu azul turquesa de um dia ensolarado. Na metade de baixo, três jovens com Síndrome de Down – uma garota e dois garotos – viajam, sorridentes e livres, de braços abertos, em um conversível vermelho visto de frente. Atrás deles, ao fundo, a estrada faz uma curva em meio à vegetação. Mais ao longe, montanhas escuras contrastam com uma camada de nuvens azuladas. À esquerda, na carona do conversível, a garota olha para a frente. Ela usa chapéu dourado e blusa lilás. A seu lado, à direita da foto, o motorista tem só a mão direita no volante. Ele usa turbante brilhoso com penacho e um colete dourado. No encosto do banco traseiro, o terceiro jovem olha para cima de olhos fechados. Ele veste roupa azul, capacete, luvas, sunga e botas amarelas. Um cão preto e peludo viaja junto dele. Logo abaixo da foto, em uma barra preta, as logomarcas dos realizadores e os endereços de dois sites sobre o filme.

Gatacine, Petrobras, Invest Image, Caixa Seguros, Sabesp, Polo Cinematográfico de Paulínia, AkzoNobel, Neoenergia e Europa Filmes apresentam:

Colegas. A comédia mais divertida do ano.

. Melhor Filme – Melhor Direção de Arte – Prêmio Especial do Júri – 40º Festival de Gramado 2012.
. Melhor Filme Brasileiro – Prêmio da Juventude – Prêmio do Público – 36ª Mostra Internacional de São Paulo.
. Premio Del Pubblico – XXVII Festival de Cinema Latino Americano di Trieste (Itália) 2012.
. Melhor Filme 6th Greaking Down Barriers Moscow (Rússia) 2012.
. Melhor Roteiro – 1º Festival de Paulínia – 2008.
. Seleção Oficial Festival do Rio Hors-Concours 2012.
. Filme de Abertura 9º Amazonas Film Festival 2012.
. Opening Night Film 6th Annual red Rock Film Festival Utah (USA) 2012.

Um filme de Marcelo Galvão. Estrelando: Ariel Goldenberg, Rita Pokk, Breno Viola, Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Deto Montenegro, Rui Unas, Juliana Didone, Marco Luque, Maytê Piragibe, Nill Marcondes, Otávio Mesquita, Theo Werneck, Christiano Cochrane, Daniele Valente, Daniela Galli, Oswaldo Lot, Anna Ludmila, Germano Pereira, Theodoro Cochrane, J. Peron, Amélia Bittencourt, Giulia Merigo, Carlos Miola, Thogun. Trilha Sonora: Ed Côrtes. Direção de Som: Martin Grignaschi. Direção de Arte: Zenor Ribas. Figurino: Kiki Orona. Direção de Fotografia: Rodrigo Tavares. Montagem: Marcelo Galvão. Finalização de Som: La Burbuja Sonido. Produção: Gatacine. Produtor: Marcelo Galvão. Produtor Associado: Otávio Mesquita. Produção Executiva: Marçal Souza. Distribuição: Europa Filmes. Roteiro e direção: Marcelo Galvão.

Apresentadores: Lei do Audiovisual Ancine – Agência Nacional do Cinema, Lei de Incentivo à Cultura Ancine – Agência Nacional do Cinema, Governo do Estado de São Paulo – Secretaria da Cultura, ProAc – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, Governo Federal – Brasil – País Rico é País Sem Pobreza, BR Petrobras, Investimage 1 Funcine, Caixa Seguros, Sabesp, Polo Cinematográfico de Paulínia, AkzoNobel – Tomorrow’s Answers Today, Neoenergia, Gatacine Produções. Patrocínio: Net – O Mundo é dos Nets, KSB, CVC. Distribuição: Europa Filmes. Apoio: Docol Metais Sanitários, EATON – Powering Business Worldwide, Libbs, Locaweb, Ferro+, DaTerra Sustainable Coffe, Senac São Paulo, ArtCenter – Tecnologia em Impressão, Burti.

http://www.gatacine.com.brhttp://www.facebook.com/colegasofilme
(fim da descrição)